Escola do Pauliteiro
O espaço onde as novas gerações aprendem a tradição: aprende-se o passado, vive-se o presente e prepara-se o futuro.
Somos o Grupo de Pauliteiros de Sendim, um dos grupos de danças tradicionais da Terra de Miranda, no Nordeste Transmontano. Trazemos connosco aquilo que somos e nos identifica: as nossas tradições, la nuossa lhéngua, a nossa cultura - a alma de um povo.
Há pauliteiros em Sendim desde 1900. Durante várias gerações, até aos anos 80 do século passado, o grupo foi formado por rapazes entre os 14 e os 19 anos, a idade em que partiam para a tropa.
Em 1980 o grupo recomeçou integrado no Centro Cultural de Sendim, com um primeiro grupo infantil. Em 1998, a Associação Mirai Qu’Alforjas voltou a pô-lo de pé, depois de mais de cinco anos parado. A 21 de junho de 2007 nasceu a Associação de Pauliteiros de Sendim, que deu ao grupo uma organização formal.
Em 2011 juntou-se o grupo de Pauliteiras. Hoje somos 54 pauliteiros e pauliteiras e 10 músicos, e somos o único grupo de pauliteiros de Miranda que é membro da Federação do Folclore Português.

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A tradição também se dança no feminino. A 13 de julho de 2011 nasceu o grupo de Pauliteiras de Sendim.
Durante gerações, a dança dos paus foi coisa de homens. Em 2011, um grupo de raparigas de Sendim decidiu que também queria cruzar os paus, e assim nasceu o grupo de Pauliteiras, integrado nos Pauliteiros de Sendim.
Com o mesmo rigor, os mesmos lhaços e a mesma energia, as pauliteiras levam a tradição mirandesa aos palcos, às festas e aos festivais, lado a lado com os pauliteiros e ao som da mesma gaita de foles, caixa e bombo.
Hoje fazem parte da identidade do grupo e são a prova de que esta herança está viva e aberta a todos os que a queiram aprender.
Texto definitivo das Pauliteiras: primeira geração, quem as ensaia, momentos marcantes — a completar
O espaço onde as novas gerações aprendem a tradição: aprende-se o passado, vive-se o presente e prepara-se o futuro.
A nossa sede, espaço de ensaio e núcleo museológico permanente dos Pauliteiros de Sendim.
A tradição passou de mão em mão graças aos mestres ensaiadores que a ensinaram a cada geração.
Direção atual: Telmo Ramos (presidente), Tiago Marcos (secretário) e Henrique Fernandes (tesoureiro).
Gaiteiros, caixeiros e tocadores de bombo que marcaram o grupo. Até aos anos 90 vinham de outras aldeias; hoje os músicos são da terra.
Festas, romarias, festivais e eventos culturais — em Portugal e no estrangeiro.

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